De quem são essas vozes?

Vozes da Voz é um grupo de cinema e jornalismo independente que trabalha junto à saúde mental e apoia vários outros movimentos sociais que defendem a igualdade.

Contato:
rafaelauchoa@gmail.com

7valneis@gmail.com

joanazerbinatti@gmail.com

qualasualoucura@gmail.com

Equipe:

Joana Zerbinatti

Luana Malheiro

Rafaela Uchoa

Valnei Nunes

Temos como parceiros:

Associação Franco Basaglia

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

Coletivo de Arte Simpatia

Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade

Grupo Caixa Preta

Grupo Cultural BiBiTanTã

Rede Saúde Mental e Economia Solidária

Sobre nós:

O grupo “Vozes da Voz” surgiu em março 2009 contando com profissionais de audiovisual em parceria com psicólogos e sociólogos. Nossa idéia inicial era fazer um documentário que mostrasse o tratamento da loucura no Brasil.

O primeiro vídeo foi uma produção independente que começou a ser gravado em maio e foi finalizado em agosto. Nesse tempo houve uma pesquisa e contato maior com a causa, o que nos gerou parcerias e maior apoio por parte dos serviços psicossociais e seus usuários.

No filme abordamos os olhares e tratamentos da saúde mental no país e, principalmente, em São Paulo. Fizemos um resgate histórico das instituições psiquiátricas, dando ênfase às formas de tratamento sem confinamento, sendo a nossa maior referência os CAPS (Centro de Atenção Psicossocial).

Além disso, buscamos trazer o olhar humano do usuário, mostrando que a sociedade precisa aprender a conviver com as diferenças e não simplesmente ignorá-las. Trazemos questionamentos que contribuem para o fim do estigma do “louco” como alguém que não tem credibilidade e que não pode viver em sociedade. Buscamos, através das vozes dos profissionais e usuários da saúde mental, ampliar os direitos políticos, legislativos e, principalmente, sociais do louco no Brasil.

Nossas ações estão focadas em registrar e exibir, de maneira artística e poética, os vários tipos de tratamentos substitutivos ao antigo sistema manicomial, em formato de filmes de curta-metragem. A decisão de fazer um trabalho continuo, que não parasse em apenas uma obra, surgiu a partir da intensa pesquisa e contato do grupo com pessoas da área da saúde mental. Foi notado que a loucura, assim como seu tratamento, ainda é assunto pouco falado no nosso país e que abriga uma série de questões que precisam ser destrinchadas e discutidas no âmbito social.

Percebemos que estamos lidando com algo muito maior que simplesmente um documentário sobre saúde mental. Nós estamos lidando com histórias vivas, humanas. Nos apaixonamos por cada olhar que capturamos através das nossas lentes, não apenas como cineastas, mas, principalmente, como seres humanos. Esta entrega, nos fez decidir a não parar em apenas um filme. Quando retomamos as gravações de “Vozes da Voz”, já tínhamos nos dado conta que esse será um trabalho que estenderemos para toda uma vida de militância política, artística e social. E, uma das formas que acreditamos ser essencial nesse processo é o cinema.

Filmografia Vozes da Voz:

VOZES DA VOZ – direção Valnei Nunes, doc, 2009

QUAL A SUA LOUCURA? – direção Rafaela Uchoa, fic, 2011

Oficinas:

LOUCURTA NA CASA – Oficina de curta-metragem realizada na Casa das Rosas, São Paulo-SP, em 2010/2011

Ficha técnica Loucurta na Casa:
Rafaela Uchoa – Cineasta/Ministrante
Joana Zerbinatti – Psicóloga
Julia Catunda – Psiquiatra
Márcia Pompermeyer – Terapeuta Ocupacional

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7 thoughts on “De quem são essas vozes?”

  1. Sou coordenadora do projeto ” Olhares no outro… A diferença em mim.” Este projeto resultará em uma exposição da atualidade do Movimento Antimanicomial, em outubro/2010 na cidade de São Paulo. Temos um espaço para filmes e documentários e gostariamos de contar com a participação de ” Vozes da Voz”.
    Agradeço antecipadamente

  2. Oi, pessoas

    Gostaria de saber como assisti-lo?Quero assistir esse olhar.
    E tb passar para outras pessoas.
    São Paulo, mesmo até outubro, fica inviável para muitos de nós.
    Moro do Rio de Janeiro e não possuo como muitos da Luta Antimanicomial, money, money…
    Dá pra bolar um esquema mais amplo…
    Criar um plano “b” para os cariocase fluminenses e mineiros e sulistas, etc…???
    abçs
    e grata.
    Carla

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  4. procurei o caps de nova friburgo por orientaçao de psiquiatra e meu filho estava com 16 anos e nao tive ajuda por causa da idade dele e as duas vezes que fui procurar o caps de nova friburgo-rj tive as portas fechadas e por isso nao vejo o caps com bons olhos. hoje em dias meu filho esta com esquizofrenia e nao tive ajuda d
    o caps, nao tive ajuda e nao tive ajuda.

    1. Boa noite Richard, estou c/ celular e não tenho login no WordPress, não sei se vou conseguir enviar este comentário, desculpe a minha brevidade mas o “ocorrido” geralmente é decorrente dos conflitos da idade, até os 20 anos temos uma fase difícil, em casa, na escola, os amigos entrando nas faculdades, indo embora é muito importante o diálogo, os impactos da vida causam pensamentos “reverberativos” (acredito que muito e devido aos medicamentos) coisas que com o tempo se tornaram usuais, mas lhe digo o essencial é o amor e o apoio incondicional dos pais, abraços.

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